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CALABOUÇO

Ardente água em noites desesperadas
Sem alarme, sem pudor, sem vestígio...
Cala-te verme, o açoite branda tua existência!
O estupro do corpo e da alma densa uma postura
De vida sem perspectiva alguma.

E ratos e insetos e baratas, companheiros ideais
Para quem vive no aborto social?
É preciso pouco descaso, um olhar invisível
Enquanto os sinos dobram:
Assinam-se sentenças de morte...

Como fossem espinhos, raso prazer!
Escolha para todos os males.
Pra aonde caminhas,
Onde termina teu fim...

Aqui estamos tão sozinhos longe do caminho
Em ondas de vidas...
Negligenciados pela estupidez:
Mercado-financeiro.
Descaracterizando o drenar da vida em cadáveres.

Poelton
Enviado por Poelton em 30/08/2007
Código do texto: T630717

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Sobre o autor
Poelton
São Paulo - São Paulo - Brasil
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