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Ócio

Nego o ócio
Meu negócio
São os ossos do ofício
Ócio
Orifício
Sócio de um suplício
Vício de um artifício
Uma hora saio desse hospício
E quem sabe acaba todo esse “cio”
Caso contrário tudo ficará mais difícil!

Difícil?
Desde o início
Era a mesma rima, o mesmo vício
Acabou meu ócio
Agora meu negócio
É resolver o que fazer com esse míssil.

30/08/07
Miguel Rodrigues
Enviado por Miguel Rodrigues em 30/08/2007
Código do texto: T631268
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Miguel Rodrigues
Barueri - São Paulo - Brasil, 34 anos
1491 textos (44107 leituras)
6 e-livros (1682 leituras)
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Miguel Rodrigues