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Entrelaçados



 


Quando não posso vir até você

Há em mim enorme ansiedade

Porque me aperta, súbita saudade

E não há nada que eu possa fazer



Assumo minha quase dependência

Pois você, é vertente de esplendor

Perdoe-me se soa com irreverência

A veemência de meu dissabor


Ao lidar com a distância

Tenho o impulso de correr aqui

E só o pensar, já me faz sorrir


Então, suavemente, em meu pensamento

Desaparece, por encanto, todo espaço

Cabendo entre nós, um terno abraço.




Priscila de Loureiro Coelho
Enviado por Priscila de Loureiro Coelho em 25/10/2005
Código do texto: T63231
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Sobre a autora
Priscila de Loureiro Coelho
Jacareí - São Paulo - Brasil, 65 anos
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1 e-livros (148 leituras)
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Priscila de Loureiro Coelho