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Efêmero



Devoro o que amo
lentamente, a cada dia.
Me alimento de seus restos,
me farto de sua agonia
 
Cruel esse amor que sustento,
que diariamente reinvento
no cume de minha fantasia.
 
Amor de tudo, amor de nada
deixa minha alma fatigada
fazendo o que não queria
 
E o que seria, nada mais busco?
Ofusco à toa minha visão.
Isso não é amor, é paixão!
Era certo que me deixaria...


ENIGMA
Enviado por ENIGMA em 03/09/2007
Reeditado em 02/04/2013
Código do texto: T636121
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
ENIGMA
Seattle - Washington - Estados Unidos
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