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A inércia do Sorriso

O sorriso por inércia a que sou forçado
ilude-me que participo da Humanidade.
Sou o Homem e seu fado:
fingir que detenho a felicidade.

Mas o que sei sobre a tal?
Somos Seres em busca de abrigo no curral.
Frutos de um mero acaso, ensinou-nos Sartre;
e cá estamos esperando o repouso do deus Marte.

Carros e doutores, honras e louvores.
Sempre há quem os queira.
Chegados, resta o fim da feira . . .

Não era ali o repouso da felicidade,
tampouco nos amores ou nas dores.
O sorriso por inércia cala seus detratores.
Fabio Renato Villela
Enviado por Fabio Renato Villela em 05/09/2007
Código do texto: T639355
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Fabio Renato Villela
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro - Brasil, 60 anos
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