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O RELÓGIO PARADO, de Gabriel de Fochem


Um relógio parado
assinala
o sem tempo obstinado.
Um sem tempo que fala
duma espera,
no silêncio pesado
duma angústia severa.
 
Vai-se o dia,
vem a noite
e nenhuma ousadia
que perturbe ou açoite
o silêncio pesado
que macera,
nesta espera,
o sem tempo obstinado.
 


27 de Outubro de 2005.
Viana do Alentejo  * Évora * Portugal
 
 
José Augusto de Carvalho
Enviado por José Augusto de Carvalho em 27/10/2005
Código do texto: T64369
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
José Augusto de Carvalho
Portugal, 79 anos
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José Augusto de Carvalho