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BONDADE ANUAL

Feche o zíper do riso arquitetado;
seu agrado é cilada previsível;
quase todos estão na mesma estampa
que propaga o batido amor cristão...
Passo ao largo da paz obrigatória,
minha história se traça livremente,
sei dos rumos da vã filantropia
com que a mão atrofia o ser humano...
Seja inteiro, espontâneo, visceral;
nunca raso, vazio, momentâneo,
nem cutâneo, levado pelo arroubo...
Nestas horas de surtos de vontade
guarde sua bondade natalina,
cuja naftalina me sufoca...
Demétrio Sena
Enviado por Demétrio Sena em 08/09/2007
Código do texto: T643840
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
Demétrio Sena
Magé - Rio de Janeiro - Brasil, 56 anos
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Demétrio Sena