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Solidão Perdida


           Solidão Perdida

Tudo esta tão desconexo!
Ouve-se lá fora um alarido
O sol não esta brilhando
Ouço  rumores. E um sentido

De não está só,
De não estar mais sem ninguém.
Vagueando com a mente,
Da para ver os sonhos caindo com desdém

Por detrás do véu,
Da solidão tão minha costumeira.
Solidão que me fazia viver a sonhar...
Sentindo  a partida, foi a primeira

A ver o castelo de quimeras
Se destruindo, ou simplesmente
Acabando a letargia, pois é hora de chorar
O pranto que guardara docemente

Por que a sólidão não  me quer mais?
Apenas o burburinho da cidade
Para me ensinar, que por não estar só
Ganhei como companheira a saudade?

Destruido então esta o sonho?
...Faça-se então enluarado o anoitecer
E quando a fenecer me sentir
Que sinta o perfume do mar, ao amanhecer...
BARRET
Enviado por BARRET em 09/09/2007
Código do texto: T645656
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BARRET
Salvador - Bahia - Brasil
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