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“A MACIEIRA DO LAGO”.

               

 

A macieira do lago...

Quantos frutos, ela me deu,

Nasceu sem ser semeada

Entre a relva ela cresceu;

Nem precisou ser regada

No lugar que ela nasceu;

Na primavera floriu...

Todos os frutos vingaram

O lago ficou vazio...

Mas seus frutos não pecaram;

A macieira progrediu

Os passarinhos gostaram;

Em pleno mês de abril

Novas flores desabrocharam,

Quantos colibris as viram...

Os beija-flores as beijaram.







 

Antonio Hugo
Enviado por Antonio Hugo em 10/09/2007
Código do texto: T646478
Classificação de conteúdo: seguro

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Antonio Hugo
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