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Suave esta noite em meus olhos escondidos
Tua voz é um risco que não quero correr
Em meus dias escuros, em um pranto indeciso
São escolhas e mágoas que não posso prever.
Sua esta noite, egoismo calado, não desenho nem traço, a luz do teu olhar.

Suave esta noite calada, tapada, intraçada.
Teu coração é um enigma que não quero prever.
Em  dias e manchas, em peles e palavras
Abismo  absorto, concretismo parado, não quero mais crer
Suave esta noite onde nada é dito, sem céu, sem lua, sem estrelas
Não há espaço para a imaginação, não há tempo para o amor...
Suave esta noite, deixe as lágrimas para depois, deixe os sonhos para outra vida.


Neo logismo,
Nulo grafismo
Infinit’ absmo
Paralelismo

E hoje ouço murmúrio...

Resmunga, inventa, cansa e sustenta
Das batalhas se ausenta
E como poeta ainda pensa que se apresenta

Errado,

em quantas vidas será que não pensou em deixar pra depois
quantas segundas chances quizera pra viver a dois

quantas vezes se viu sem tempo,
quantas vezes fora só um lamento

tens vontade de chorar, tens prazer em uma alma nula?
Em que mundo tu vives pois no seu já não brilha mas no meu vejo a lua

Todas as vidas vão passar e tu sempre priorizará tudo que não tem importância deixando chances desperdiçadas e viveres em vão

Mas em algumas dessas vidas eu espero que aprenda e que em um mero poema entenda que o tempo que você mais necessita, é o tempo pro teu coração.







[...rOg Oldim e Renata Dias...]







rOg Oldim
Enviado por rOg Oldim em 11/09/2007
Reeditado em 11/09/2007
Código do texto: T647544
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Sobre o autor
rOg Oldim
São Paulo - São Paulo - Brasil, 29 anos
185 textos (6596 leituras)
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