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Oculta
 
Hei de conceder-te o mínimo de pranto
Que não chegue ao tanto que da vida
Desobrigue-se a amar
 
Hei de adentrar-me em teus sonhos
Resgatando-os de tuas profundezas
Para que a leveza de todo amanhecer
Faça-te acontecer o sonho tão esperado...
 
Hei de permanecer fiel
Às juras minhas sem tua cumplicidade
Digo, na verdade,
Que a mim coube trato e retrato
De um amanhã, que assim por se chamar,
Incerto é teu sobrenome,
Porém sou poeta
E o tempo...
Domino
 
Hei de me tornar lembrada
Sem amada ter sido
À espera das juras
Que se fizeram nuas de respostas
 
Hei de amar-te assim
Deste modo que me permito
Se, omissa me faço,
É fato...
Que este amor só aqui nasce,
Em face
Deste amor proibido...


ziza Silvestre
Enviado por ziza Silvestre em 15/09/2007
Reeditado em 15/09/2007
Código do texto: T653703

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Sobre a autora
ziza Silvestre
Ourinhos - São Paulo - Brasil, 54 anos
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ziza Silvestre