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A Poesia e um papel amassado


Ser poeta não é minha profissão
escrevo sem pensar
e as palavras saem da escuridão
como se eu mostrasse-lhes o caminho a andar
Palavras loucas , sem sentido continuam a caminhar
e estas andam em uma leveza que já dominam meu pensar.
Não sou da era do soneto e suas regras obrigatórias,
meu modo de escrever é de uma forma sem forma.
Forma essa talvez simplória ,
Escrevo por intuição ,
Aproveito todas as sobras
No que as pessoas não param para olhar,
aliás, talvez seja, apenas o meu jeito de sonhar .
Não sou escritora ,
Talvez seja a sonhadora,
Aquela que perde as horas admirando uma flor,
e que pela centésima vez escreve um poema de amor,
sem mesmo saber o sentido e para quem destinar.
Leio o sol, a lua e as estrelas ,
 mas não estranhe ,não sou cartomante , muito menos vidente.
É aquela sensação de estar com os olhos fechados
e o vento batendo no rosto ,
e quando nos sentimos calados,
é nessa hora que provamos o verdadeiro gosto ,
dos segredos da vida que  estão por todos os lados.
E através das palavras no papel amassado ,
que escrevo esse poema ,
com o dia já acabado ,
sem o filme no cinema ,
 e com  uma canção ao lado.
Eu questiono os dilemas  de um papel já amassado .

Duani Lima
Enviado por Duani Lima em 15/09/2007
Código do texto: T653991
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Duani Lima
Caxias do Sul - Rio Grande do Sul - Brasil, 28 anos
48 textos (2408 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/08/17 20:41)
Duani Lima