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Ingênuo amante...

Como poderia eu, ingênuo amante,
tão inocente em pensar ser o único
apreciador do por do sol,
e estas pétalas que jurei serem
ilegíveis para os carnais,
mas como?
se ouço uma voz sussurrar-me
a expressão de uma borboleta?
E estes olhos que me buscam de tão longe,
serão eles tolos em deslumbrar-se
num vôo aspirando o perfume das flores?
Perdoem-me olhos meus,
por tantas lágrimas de utopia.
E aos ventos obrigado,
obrigado pelo suspiro de amor
que trouxestes de tão longe
para gritar-me aos ouvidos
o rugido de amor.
Airton
Enviado por Airton em 14/03/2005
Código do texto: T6555
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Airton
Bento Gonçalves - Rio Grande do Sul - Brasil, 31 anos
106 textos (5077 leituras)
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