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POR QUE NÃO FALA NADA DA DESPEDIDA?

 
Não diga que não falei sobre o sentido do som da sua fala!

Quem vive neste profundo isolamento caminha com a fala do vento que assobia sem cessar revelando, apenas, mais um dia sem ninguém!

Fez a sua escolha e ela não se relaciona com a minha escolha... cada um segue a estrada que vislumbra seguir sem culpar e sem culpas!

Sei e como sei, o quanto lhe incomoda olhar para você mesma e rever o retrocesso que tem sido o seu caminhar!

Mas, quem sabe eu deixe de existir para o seu apalpar, sempre disponível, do meu coração e no regozijo da sua falsidade eu complete sua alegria me ferindo ainda mais!

Siga, porque daqui eu só sei lhe dizer que não ouvi nada do seu mundo, mas se lembre que mesmo os que não podem falar, ao menos, acenam!

©Balsa Melo
21.08.2005
Cabedelo (Intermares)- Paraíba

 
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 18/09/2007
Código do texto: T658167
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)