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Soneto I

Como Charles, fiel ao pecado
Tendo meu divino, quase que ignorado
Maldito não por desejo, e sim
Acho eu, que por desprezo.

A maldição que carrego em minh'alma
Tendo - ainda - excesso de calma
Desgraçando meu caminho
É só maldição de um poeta sozinho.

Com as mais belas intenções
Guardo - ainda - pra mim minhas maldições
Em meus cadernos misteriosos.

À sombra de amores passados, esquecidos
Sou feliz, reencontro meus amigos
Nos dias tristes, calmos, chuvosos.
Júnior Leal
Enviado por Júnior Leal em 14/03/2005
Reeditado em 30/03/2005
Código do texto: T6588

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Sobre o autor
Júnior Leal
Lagoa Santa - Minas Gerais - Brasil, 31 anos
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Júnior Leal