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MANDEI A SOLIDÃO EMBORA E ELA PEDE PARA VOLTAR!


Não queira imaginar como é árduo este caminhar de um lado para o outro neste espaço sem você!

O barulho dos passos ecoa próximo ao meu calcanhar numa confusa imaginação me fazendo pensar ser você!

Os pés entregues ao cansaço outorgam às mãos a tarefa de terminar o dia driblando a solidão e, nesta iniciativa, insisto em calcar estas dores escritas numa porção de papel que embolo e atiro ao chão!

Indo e vindo, agora falando e repisando tantas possibilidades de alegrias, freqüento o esconderijo da minha ilúcida paixão e, plangente,inicio tudo outra vez!

Fui atender o assobio que distante chamava, nova surpresa, era o vento que insistia avisando que estava vivo e que a chuva invadia o meu espaço...

O frio aumentou a monotonia aguçando os olhos e eles, indagantes, não obtendo respostas me provocaram anunciando que era hora de trancar a solidão fora deste espaço!...

Aceitei a proposta de mandá-la embora, mas a convivência com ela me trouxe uma proximidade e me acostumando à sua presença, sofro porque ela faz barulho lá fora tentando entrar, novamente!

©Balsa Melo
04.09.2005
Cabedelo - Paraíba
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 19/09/2007
Código do texto: T659497
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)