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Soneto XII

São nas profundas trevas infernais
Onde vive o verdadeiro amor
Que nós, malditos, ou o que for
Não temos direito de conhecê-lo jamais.

Temos o amor materno de fato
Mas o amor a uma mulher mortal
É do mais mórbido sentimento infernal
É quando chego perto desse que me mato.

Amo tudo e não amo mais nada logo após
Nesse amor mentiroso é que me engano
É no amor maldito de unificação de nós.

Eu que tenho certeza de que me amo
Quando fico comigo mesmo, a sós
Me mato e escondo eu mesmo por baixo do pano.
Júnior Leal
Enviado por Júnior Leal em 14/03/2005
Reeditado em 30/03/2005
Código do texto: T6610

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Sobre o autor
Júnior Leal
Lagoa Santa - Minas Gerais - Brasil, 31 anos
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Júnior Leal