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Algum lugar

As vezes o silêncio,
As vezes o momento,
As vezes as dores de alguém...
Nos levam e nos trazem de um mundo, que a gente só consegue
Vêr quando o coração está em harmônia com a luz.
Os nossos olhos vêem,
Os nossos medos ouvem,
As nossas forças vibram para um norte,
Mas, Jaz é a sorte
Expectativa de morte
Num País, cujas mãos cadenciam políticamente lágrimas e sangue de tantos inocentes.
Nesse sistema de homens que se alimentam sorrindo, da miséria de um corpo.É conforto inoportuno a dor de tantas mães e pais,
E porque não dizer,maleficios demais.
Não precisamos nos afogar na lama do ouro,
Incontar nossos tesouros,
Queimar o sangue em muitos desejos,
Construir carroçeis, Erguer Selvas de Pedras ou,
Enlouquecer cabeças com festejos banais...
Nada se leva, nada se vive para sempre.
Basta a qualquer criatura um pouco de amor,
Pois que se alie a guerra,
Pois que solte as feras,
Mas que não deixe nunca mais um filho morrer de fome no ventre pré
Maturo, de um futuro, que hoje se faz.
Só, talvez, num País de loucos,um povo rico morra de fome e vergonha.Enquanto outro assiste a tudo calado.  
Alberto Amoêdo
Enviado por Alberto Amoêdo em 20/09/2007
Código do texto: T661157
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Alberto Amoêdo
Macapá - Amapá - Brasil, 51 anos
1344 textos (19090 leituras)
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Alberto Amoêdo