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HORA VAZIA



Não assine o seu nome no meu coração!

Nem tente assinalar outras marcas que não sejam aquelas que nos permitimos registrar!

Este procedimento, talvez, evite de nos fatigarmos com as tentativas que contrariam o dia-a-dia!

As opacas luzes que ainda nos restam podem ser o orifício da salvação!

Escrevendo a desistência de marcas que amputaram o meu tempo, reticencia com outros pontos o que não pode ter prorrogação!

Mas, curvo-me à grafia da hora que tange o meu rosto, a cada findo instante, insculpindo outra hora vazia!

©Balsa Melo
20.09.05
BRASÍLIA -DF

 
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 21/09/2007
Código do texto: T662699
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)