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Poema do escritor

O tempo também me abala,
Destrói minhas fibras elásticas.
Sou matéria da Terra
E voltarei como pó às, da Grande Mãe, graças.

Mas sou poeta aventureiro,
Não temo morrer nos sonhos,
Senão meu imediatismo jamais me permitiria conquistá-los.
Assim arrisco minhas horas no desejo de manipular o Grande Dado.

Se no curto tempo que me sobra,
A vida permite-me desfrutá-la,
É que talvez da filosofia vista em sua obra,
De Byron, por pouco tempo eu soube prová-la.


               H. P. Simões
Hugo Proença Simões Eu
Enviado por Hugo Proença Simões Eu em 23/09/2007
Reeditado em 08/06/2008
Código do texto: T664497

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Sobre o autor
Hugo Proença Simões Eu
Fortaleza - Ceará - Brasil, 30 anos
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