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SONETO DA MODERNIDADE (Dedicado a Vinicíus de Morais)




A Terra e os seres humanos padecem;
Os rios morrem e murcham as flores,
Os pássaros não cantam mais amores,
Também os animais desaparecem.

Os mares já histórias não tecem,
_Choram em vão os ventos suas dores
Por ilusões e sonhos multicores_
Poluídas,as águas arrefecem.

Bombas e mísseis:o ataque solerte,
Em explosões de uma guerrilha insana,
Céu azul em acinzentado inverte.

A vida escapa,todo o sangue verte.
Carniça esfarrapada,a raça humana
Jaz no seio estéril da Mãe inerte.


                                          outubro de 2003
















TÂNIAMENESES
Enviado por TÂNIAMENESES em 25/09/2007
Reeditado em 25/09/2007
Código do texto: T667325
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
TÂNIAMENESES
Aracaju - Sergipe - Brasil, 69 anos
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