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SOLIDÃO E VOCÊ!
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Solidão vadia que vadia com a tristeza que surge dos tantos dias vazios!



Venha para eu senti-la, derradeiramente, nesta hora que insiste vadiando com os meus olhos que agonizam o último segundo!



Morra ou nasça para permitir que eu a conheça por inteiro, embora eu esteja consciente que ninguém se deixa mostrar com a limpidez dos dias ou das estrelas!



Venha mesmo que chegue e vá embora não me deixando nenhuma vadia hora para eu brincar de ser querido e amado!



Não venha, já que o tempo, outrora e agora, será o mesmo vadio momento que trancafia as minhas horas sem a presença daquela que anseia o meu coração!



Não venha para iludir-me com a sua forma silenciosa e presente, pois no momento que vadio entre tantos espaços desabitados, mas povoados pela lembrança e pela saudade, eu me confunda com o sonho esperado e me declare a você jurando amor eterno!



©Balsa Melo

25.10.05

Cabedelo-PB

BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 25/09/2007
Código do texto: T668420
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)