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MEU AMOR, O DESTINO CHOROU O SEU NOME!


Pergunta-me sobre a vida o destino e eu silencio-me por entender que ele está ironizando a minha desdita!

Persistiu com a pergunta e já entristecido com a sua arrogância contrapus com outra pergunta:

como está você destino que se destina a vir me perguntar sobre a minha combalida vida se fora você mesmo que causou ao meu coração a perda maior desta vida?

Meu amor, ele saiu de mansinho com os olhos minando o seu nome!

©Balsa Melo
05.11.05
Cabedelo-PB

 
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 25/09/2007
Código do texto: T668465
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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