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SOU ESTA CONGÊNITA SOLIDÃO SEM VOCÊ!
 
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Ardem-me os olhos tendo que compreender o cheio nesta hora que tudo simboliza o vazio!


Doem as mãos que enlaçam o rosto para mantê-lo sobre o corpo!


Aperta-me este frio aquecido de incerteza!


O grande mistério bordado pela insegurança chega anunciando, outra vez, que nenhum passo virá para acordar o silêncio!


Interroga-me o meu sofrente coração sobre o seu estado e nada posso lhe responder porque não existe bálsamo para curar a dor deste amor!


Sou esta congênita solidão depois que você foi embora!


©Balsa Melo


06.11.05


Cabedelo-PB

BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 25/09/2007
Código do texto: T668468
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)