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Corrupção

Compreensão, agora não,
Não venha com esse papo de ladrão.
Não quero mais,
Me deixe em paz.
Nessa corja, não voto mais.
Tanto que fiz, que apoiei,
Me lasquei,
Agora mudei.

E quero o mundo, também mudar.
Então se liga na letra que ti mando rappá.

Mensalão...
Sei Não!
Corrupção.
Eu Não!
Propina.
Num sou ladrão!
Sou inocente Irmão.

Mas na suíça as contas
Bufando
E malandro no congresso, comemorando.
Não tenho que aceitar,
Esta extorsão.
Ser governado por ladrão.

Vamos fazer a o prato da corrupção
Maluf a Delúbio, a molho soares,
Com folhas de Valério e Zé Dirceu
o Jefferson de sobremesa.
E que dureza!
Vocês vão ter que mudar,
Porque sou brasileiro e não vou aceitar.

Mensalão ... Suíça.
Corrupção... Polícia.
Propina,
Eu não.
Num sei de nada, sou inocente irmão.

E o coitado fica ligado,
Passando fome,
Não sabe fazer seu próprio nome,
Mas também é obrigado a votar,
E vem safado prometendo a ajudar,
Consegue voto e nunca mais rappá.

Mensalão...
Sei Não!
Corrupção.
Eu Não!
Propina.
Num sou ladrão!
Sou inocente Irmão.
Gilmar Ribeiro
Enviado por Gilmar Ribeiro em 03/11/2005
Código do texto: T66873
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Sobre o autor
Gilmar Ribeiro
Tremedal - Bahia - Brasil, 35 anos
59 textos (5514 leituras)
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Gilmar Ribeiro