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Imaturo verso


Torto e prematuro,
por um fio não natimorto
nasce
e chora meu verso...

Cresce
padece
e envelhece...
Diz-me adeus!

Alijado do fardo
do bardo asilado
o verso
mutante
distante da raiz
não foge à mão do ceifador...

Infeliz,
mas sem dor,
volta calado,
morto,
ainda torto
e se enterra ao meu lado!

Poeteiro
Enviado por Poeteiro em 06/11/2005
Código do texto: T67914
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Sobre o autor
Poeteiro
Santos Dumont - Minas Gerais - Brasil
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Poeteiro