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Vagas rosas

Rostos nefastos

Vagas ruas vazias

Rosas vermelhas de sangue.

Calangos, credos, gangues...

Vagas rosas vazias.

Falados, feitos, iludidos...

Em manchadas

Ruas de sangue.

Verossímeis idéias falando.

Pedindo o falar...

Aos ouvidos nada dispostos.

Postos a posto e parados

Encosto as costas calado.

Raso, fútil, fadado...

Febril abril

Nas terças queridas de maio.

Verossímeis ouvidos

Falando o pedir

Às idéias nada dispostas.

Rezo, penso, requeiro...

Raso rio azul

Reate-me...

Reato-me.
O que de Souza
Enviado por O que de Souza em 03/10/2007
Reeditado em 03/10/2007
Código do texto: T679364
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Sobre o autor
O que de Souza
Curitiba - Paraná - Brasil, 30 anos
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O que de Souza