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Sigo como quem nada


 pretende querer,


mas a incógnita precípua


me revela contrariando o


coração!


Somos sempre querendo!...


Vivemos na iminência


do encontro e,


repetidas vezes,


tentando esquecer o que


até então era querido!...


Sigo como quem tudo quer!


Não fecho os olhos, mesmo


 precisando piscar, receando


você passar sem que eu possa


lhe entregar meu coração!


©Balsa Melo

12.02.06

Cabedelo - PB

BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 05/10/2007
Código do texto: T682469
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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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