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a profecia

então
que como pássaros em semblantes de absinto.
com sete trombetas que anunciam os dias finais
eu com a cruz
voce com a espada
já sabemos que a profecia foi lançada
lançada ao mais puro dos amores
lançada para aqueles que não param de pecar
onde os ímpios perecerão de ódio
e os justos viverão eternamente dentro de cada coração.
o enxofre que percorre as tuas veias
é a principal entrada para o inferno.
aqueles que duvidaram de Cristo
saberão que ele nada mais é do que a verdade de todas as perguntas sem respostas.
como, ó criatura insana
tu que não acreditastes nas minhas profecias
eu sou o teu criador
o soberano do reino do amor
o principe eterno que fugiu do deserto da dor
por quarenta dias e quarenta noites
enfrentei o pior dos inimigos
e o que eu recebo a favor disso
só rancor e tristeza.
em cada amanhecer
que convivemos juntos
eu te disse
que nada era impossível para mim
em cada despertar
eu te ensinei como amar.
e voce
porque ainda tens dúvidas das minhas profecias?
acha que nada neste mundo
não tem conserto?
acha que a vida é um simples brinquedo?
acha que o amor
não passa de um desespero?
eu que criei o mundo em sete dias
nunca duvidei que pudesse harmonizar um mundo tão perverso como este.
guerras por todos os cantos
mortes por doenças e violencia com o próximo.
desgraças povoam cada ser que um dia eu julguei ter amado
palavras pecaminosas enchem mentes sadias
palavras pecaminosas enchem todos de melancolia
porque ainda duvidas da minha profecia
te darei um último aviso
para quem sabe possas se defender até do teu sorriso.
Dom Abreu
Enviado por Dom Abreu em 09/10/2007
Código do texto: T686760
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Dom Abreu
Florianópolis - Santa Catarina - Brasil, 32 anos
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Dom Abreu