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Poema 0174 - Enquanto não amanhece



Enquanto não amanhece, sou brilho,
tu, minha estrela,
viro escravo e feitor, viro amor...
Isto, enquanto não amanhece...

Ficarei por instantes fora de mim,
dentro de ti,
os pensamentos... os corpos,
as bocas se unem em um beijo único.

A lua tem fome do sol,
enquanto não amanhece ela espera,
espero a ti,
mesmo em meus braços, espero...

Mãos dadas e um caminho sem rumo,
seguimos algumas luzes,
um e outro separado, juntados pela madrugada,
sonhamos com a música no ritmo dos corpos...

Enquanto não amanhece...
Toquei teu rosto,
ajeitei teus cabelos além da fronte,
vi teus olhos e beijei... amanhecemos.

19/03/2005
Caio Lucas
Enviado por Caio Lucas em 17/03/2005
Código do texto: T6886
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Caio Lucas
São Paulo - São Paulo - Brasil, 68 anos
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Caio Lucas