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Monólogo de uma Consciência

Hás vezes palavras soltas correm pela tela cinematográfica de nosso pensar difundindo-se por nossos aparelhos internos a tal ponto da dúvida inserir-nos perguntas que, por medo ou má organização de idéias, preferimos não fazê-las.
 
A verdade é que de nada sabemos,
Então encenamos um papel fácil que consideramos seguro para os nossos medos.
A vontade é viver intensamente e depois fugir
Fugir daqui que é frio e parece tornar-se vazio
O cantar dos grilos ou o voar das borboletas, tudo é fuga, ludibriar das psicoses
...E o que precisamos, talvez seja apenas sorte...
Mas não fugimos, porque temos receio pelo desconhecido ou apenas adormecido
E o que sentimos, admitimos, não sabemos, nem sabemos se é possível reconhecer
Mas algo em nós grita - palavras que correm no escuro, pelo contorno do pescoço, pela linha das costas, pela umidade dos lábios... palavras histéricas emudecidas.
Caroline Natalie Stroparo
Enviado por Caroline Natalie Stroparo em 09/11/2005
Reeditado em 04/12/2016
Código do texto: T69261
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre a autora
Caroline Natalie Stroparo
Curitiba - Paraná - Brasil, 28 anos
88 textos (5589 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 05/12/16 23:08)
Caroline Natalie Stroparo