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O DESTINO DA BORBOLETA


Voa dourada sobre as flores,
Em busca de perfumados amores,
A borboleta caprichosa,
Desprezando a beleza da rosa
Pelo amor do jasmim
Cautelosa disse assim:
“Eu tenho a alma sedenta,
Único amor não me contenta.
Meu prazer é variar,
Indo da floresta ao mar,
Oferecendo meus beijos
A toda flor que eu vejo.
Eu sou inconstante;
Não me prendo um instante,
E se quiser ser meu amante
Há que saber viver só,
E não murchar de saudade.
Saiba querido a verdade,
O meu destino é um só:
Beijar e amar as flores sem exceções
Livre, sem os grilhões de paixões,
Enquanto vivas e divinas
Nas florestas, jardins e campinas”.

14/10/07.
Maria Hilda de Jesus Alão
Enviado por Maria Hilda de Jesus Alão em 14/10/2007
Código do texto: T693579

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O DESTINO DA BORBOLETA - Maria Hilda de Jesus Alão
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Sobre a autora
Maria Hilda de Jesus Alão
Santos - São Paulo - Brasil
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Maria Hilda de Jesus Alão