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      JANELAS DA VIDA

Janelas!

Janelas
do meu quarto.
Janelas
da vida, dos sabores
e dos aromas das rosas.

Janelas 
dos jasmins,
do mato encharco,
e do vento leve em brisa suave.

Janelas
do cantar dos pássaros,
trás-nos, adentra-nos o lar sagrado, invade-nos com Deus.

Janelas!

Janelas
molduras do tempo que urge,
do moinho invisível da gira,
que leva, consome e que passa.

Janelas!

Janelas 
abertas, a que corre por fora,
testemunhas
a que anda por dentro.

Janelas!

Janelas
abertas para o mundofora,
quando fechadas,
do frio, do medo protege,
e do olhar mundano da inveja a faz cega.

Janelas!

Janelas
como sempre quis,
amanhã te quero
nas manhãs de abril.

Um 
vaso de onze horas,
um 
bulé de café,
e cuscuz de arroz com manteiga e tapioca


SERRAOMANOEL - SLZ/MA - TRINIDAD - 18.10.2007.
serraomanoel
Enviado por serraomanoel em 17/10/2007
Reeditado em 18/01/2008
Código do texto: T697550

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Sobre o autor
serraomanoel
São Luís - Maranhão - Brasil, 57 anos
1502 textos (158731 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 16/08/17 12:43)
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