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O Estrangeiro

Sinto-me como joguete,
nas mãos da providêcia,
levado pelas ondas e o vento.

caí nesta vida,
sem malícia,sem medo,
e deparei com a mentira,a dor.

minha pátria não a tenho mais,
sou um estranho,um estrangeiro,
preconceito,desreipeito sofri aqui.

apesar de tudo,ao deixá-la,
lembrarei um verso de Álvares de Azevedo:
"Foi poeta,sonhou,e amou na vida".

aos poetas do "mal-do-século".
Luiz Ribeiro
Enviado por Luiz Ribeiro em 11/11/2005
Código do texto: T69916

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Sobre o autor
Luiz Ribeiro
Recife - Pernambuco - Brasil, 54 anos
101 textos (2917 leituras)
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Luiz Ribeiro