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DESTINO CRUEL

frágil é a pombinha branca
Que voa lentamente rumo ao sul.
Forte é o gavião malvado
Que voa velozmente no infinito azul.

Que voa velozmente no infinito azul
À procura de sua presa,
Infeliz da pombinha branca
Que segue cansada e indefesa.

Que segue cansada e indefesa
Sem perceber o perigo,
E num mergulho fatal
Se vê nas garras do inimigo.

Se vê nas garras do inimigo
Sem chances de salvação.
Com o corpo ensangüentado, sem vida,
É consumida sem piedade  e sem perdão.
Carlos Melgaço
Enviado por Carlos Melgaço em 18/10/2007
Código do texto: T699728

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Sobre o autor
Carlos Melgaço
Vitória da Conquista - Bahia - Brasil, 59 anos
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Carlos Melgaço