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Soneto XXIV

Que juiz, ó proliferador, tu ousas ser?
Se ti não tens nem mesmo o dom de amar
Se ti, até a morte, por farsa viverá
Ó proliferador, quem és pra me julgar?

Quem és tu, pra dizer ser verdade?
Quem não troca de roupa para mentir
Teu único dom, é o de persuadir
Tua maldita frieza não há de me servir.

Que juiz, ó proliferador, tu ousas ser?
A quem tu ama? a quem garante felicidade?
Teu medo lhe garante o teu comer

Quem és tu, pra dizer ser a verdade?
Se come por teu medo, mente pra beber
A quem tu destinas tanta crueldade?
Júnior Leal
Enviado por Júnior Leal em 19/03/2005
Reeditado em 30/03/2005
Código do texto: T7037

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Sobre o autor
Júnior Leal
Lagoa Santa - Minas Gerais - Brasil, 31 anos
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Júnior Leal