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NÃO MAIS OUÇO CANTOS!

Em plena Estação de cantos e cantigas
As cigarras já não ouço, recesso merecido
Até o joão-de-barro cessou seu alarido
Vejo passear pardais, a trabalhar, formigas!

Conquistas já passaram, o sabiá não mais canta
Dentro do meu quintal, bem-te-vi, que eu não vi
Querem me cobrar cachês, não pago, já levei manta!
Que então cantem de graça, o que é normal por aqui!

Ou, então, não é assim, alguma coisa mudou...
Todos cantam por aí, e, ainda, ninguém notou
Estou dormindo demais, não ouço essa serenata
O pior é que estou surdo, é a surdez que me mata!

Sobradinho-Df,                              22/10/07
abello
Enviado por abello em 23/10/2007
Reeditado em 25/10/2007
Código do texto: T705726
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
abello
Brasília - Distrito Federal - Brasil, 75 anos
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abello