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DESONESTIDADE

Esqueci
Um lápis
Sobre a mesa.
Quando retornei,
Lá, ele não estava mais.

Uma moça,
Um rapaz...
Talvez.

Alguém,
Maldosa ou,
Inocentemente,
Nem percebeu que,
Um roubo, cometeu.

“A César o que é de César.”

O que é seu,
Não é meu.

Hoje um lápis,
Amanhã um caderno...
Marcos Aurélio Mendes
Enviado por Marcos Aurélio Mendes em 24/10/2007
Código do texto: T707959
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Sobre o autor
Marcos Aurélio Mendes
Jussara - Bahia - Brasil, 52 anos
441 textos (35541 leituras)
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Marcos Aurélio Mendes