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Que Viva a Amizade


Que Viva a Amizade

Desvencilhar-se desse enlevo
Como seria possível,
Se detrás de tantos permeios
Formou-se uma amizade incrível?

Se no farfalhar descontraído, inocente.
E das emoções fortes com lisura
Criou-se algo como uma fornalha
Um cinzel ferindo uma escultura

Pois uma nova história ficou escrita.
De aves, primaveras, pés de ipês
Mas o cinzel que ferira a escultura
Faz o poeta agora, com sangue escrever

Mesmo porque antes, no versejar sem estanque
Onde todo o real era desprezado
E todo verso consciente esquecido
Na ânsia de viver um amor inventado

Foi que das procelas rebentando no peito
E do bramido do mar revolto de verdade
Fez-se verdade que entre homem e mulher,
Pode não haver amor ou paixão
Mas que se deixe viver a amizade...
BARRET
Enviado por BARRET em 24/10/2007
Código do texto: T708568
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BARRET
Salvador - Bahia - Brasil
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