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Andarilho de vento

O que seria viver senão ser forte?
Atravessar a vida, não temer a morte
Caminhar consciente dos próprios ideais
Encontrar verdade nessa bela estrada
Entender o tudo e conhecer o nada
Superar limites, desistir jamais!

Poder subir as mais altas montanhas
Sentir o sangue quente nas entranhas
Beber da água de longínqua fonte
Acompanhar as aves a voar
O puro sol nascendo sobre o mar
Formando a longa linha do horizonte

A chance de dançar com nívea donzela
Olhos brilhantes sob a luz da vela
Encantando-me com suaves passos
E quando a derradeira chama se apagar
No leito de amor iremos repousar
Aconchegando-me em sedosos braços

E assim serei eterno viajante
Que nessa vida sente cada instante
E não tem medo de suas próprias dores
E em bela relva um dia irei deitar
E o corpo velho posto a descansar
Terá a alma repleta de flores.
Daniel Cavalcanti
Enviado por Daniel Cavalcanti em 25/10/2007
Código do texto: T709137

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Sobre o autor
Daniel Cavalcanti
Teresópolis - Rio de Janeiro - Brasil, 31 anos
125 textos (3492 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 22/10/17 19:57)
Daniel Cavalcanti