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A embarcação solitária


Eu olho o horizonte e vejo meus sonhos desaparecerem
Estão em uma Nau que singra por mares desconhecidos
Comandada por outro capitão,ela segue para longe
Deixando para trás,promessas que não foram cumpridas

Dentro dessa Nau há uma carga que é de muito amor
Um tesouro que ladrões não roubam e nem traças minam
E este valor é do coração,não é ouro ou prata...
Nem mesmo a quem pertence, disso sabe...

Esta bela Nau,encontrará em alto mar ondas bravias
Mas sempre confiará que seu velho capitão lhe socorrerá...
Mas ele pode estar também em outros mares...
E não haverá como retornar....

Eu não gostaria de perder para sempre esta Nau...
Ainda que seus tripulantes me fizeram muito sofrer
A corte real pode me criticar por acreditar
Este capitão nunca mudará,ainda que em silencio

nas noites escuras no convés,ninguém lhe ouvirá chorar
nas costas ainda está cravado o punhal de prata
E só o tempo poderá um dia retirar
Perder uma Nau de vista,é perder as esperanças

Nos termos de honra de capitães é a verdade a maior
Sem ela as embarcações ficam a deriva
sujeitas as tempestades e assalto de piratas
Minha Nau,minha bandeira a sinceridade e a verdade

Belem uma sexta feira como tantas,porém só..
                           

                                 Gilmar





Gilmar Santos
Enviado por Gilmar Santos em 26/10/2007
Reeditado em 17/03/2008
Código do texto: T710513

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Sobre o autor
Gilmar Santos
Planaltina - Distrito Federal - Brasil, 59 anos
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Gilmar Santos