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CASA DE MADEIRA

Pra começar
Abram a porta do tempo;
Cadenciem os seus pensamentos;
Acendam a luz da alma bem devagar...
Olhem tudo ao redor
Percebam o mundo que a gente inventou...
A família está à mesa,
Os nossos filhos cresceram e os nossos cabelos ficaram grisalhos.
É hora de repartilhar o vinho;
É hora de dividir o pão;
É hora de lembrar...
Que aquele sonho, num tempo, cujo futuro nos propusemos a criar...
Está ai fora com a sociedade,
Está aqui dentro do peito,
Está entre as nossas lágrimas e suor.
Ainda que nem ousássemos pensar
Foram muitas as mudanças,
Foram muitas as perdas...
Que nessa noite temos a exaltar,
Pois que sem perceber acabamos por sermos algo uns dos outros...E assim nos Eternizamos em  pessoas...
Às vezes somos Waldir, às vezes temos algo de Natércia,
Às vezes somos Renildo, às vezes Arlindo,
Às vezes Jorge Castro, outras vezes somos tantos outros,
Que alguma lição deixou.E em grande parte, somos a soma de um  amor.
Há anos nessa obra... Somos as paredes;
São nossos os pés a raiz do lugar;
São nossas ações a imagem dessa casa...
Afinal a responsabilidade assumida foi assinada, quando o sol destinava a nós o Estado do Amapá.
Amoêdo
Alberto Amoêdo
Enviado por Alberto Amoêdo em 26/10/2007
Código do texto: T711340
Classificação de conteúdo: seguro
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Sobre o autor
Alberto Amoêdo
Macapá - Amapá - Brasil, 51 anos
1344 textos (19084 leituras)
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Alberto Amoêdo