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Estranha sinceridade

Você estranha sinceridade
Fragilidade
Frangalhos
Como ser diferente
Se tenho só um remo e um oceano à frente
Tempestades para aplacar
E colocar tudo num lago sereno
Você estranha meus danos
Quando ficou em parafuso
Confuso
E não correspondo
Ao que deseja
Como ser diferente
Se ser preciso o tempo todo é o mínimo
E ainda tenho que domar trovões
Como se fosse uma sinfonia
Maestria no impossível
Milagres como regra
Isso é difícil
Não presta
Você não me empresta a chave
Não abre a porta
Deixa-me só à porta
O mundo se fecha
Tempestade
Tudo fica funil
O rio seca
Eu fico quieto e espero seu amanhã
Oásis - quem sabe






Célio Pires de Araujo
Enviado por Célio Pires de Araujo em 29/10/2007
Código do texto: T714469

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Sobre o autor
Célio Pires de Araujo
São Paulo - São Paulo - Brasil
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