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DEVANEANDO

 No banho esfrego
a poeira do presente.
Minh'alma geme
a aprisionar o pó que
ficou do passado.
Que fiquem na memória
os risos;
e se percam na poeira as lágrimas.
Não quero ser  apenas
mais um retrato.
E se apaguem dos rostos
a tristeza.
Hoje quero ser
apenas o poema.
Amanhã
escreverei uns versos,
ou quem sabe direi
a palavra engasgada.
Amanhã,
não saberei do ontem,
mas serei, antes de tudo,
o hoje dos meus próprios
sonhos.
gaviaopoeta
Enviado por gaviaopoeta em 30/10/2007
Código do texto: T715963
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
gaviaopoeta
Ribeirão das Neves - Minas Gerais - Brasil, 67 anos
68 textos (1438 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 20/10/17 05:01)