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MUITO TARDE...MUITO CEDO...FIM!
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Muito tarde!...

As horas gangrenam a minha espera!

A noite não descansa os olhos da minh' alma nem que eu me retire dela!

Um quê sem fim!

Solicitude das mãos afagando o rosto!

Compondo vidas em cada vida que se junta para dar a palma  à minha solidão!

Caatingas brejadas que se formam no entorno da minha face!

Muito cedo!...

Carecimento prematuro de tudo precisar nesta imprecisão de apontar tantos pontos incomuns numa deserta escuridão!

Talvez seja o agora a hora de tudo transformar num gesto que grita sem ultimar o meu sorriso com o estampido dos lábios!

Fim!...

É místico este acender dos olhos em meio a noite que se sustenta num fio de dor para não deixar os sonhos entreabertos na porta que permite a saída, mas que pode, também, significar uma volta!

©Balsa Melo

20.02.06

Cabedelo - PB

BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 02/11/2007
Código do texto: T720846
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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)