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PINTO AS ESTRELAS E REVELO MEU GRANDE AMOR!
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Pinto as estrelas com sonhos coloridos nesta noite interminável!

O relógio acusa o fim do meu tempo... deste d'agora!...

Apenas avisa porque o outro nasce incessantemente!

Não me permitem rasurar quando assento cores pendendo para o rubro!

Pouca gente consegue imaginar estrelas de muitas cores!...

Mas elas são assim nesta hora que o silêncio aquece a face singela da noite, ruborizando-a pelo meu beijo!

Pinto o tecido chão... coberto pelas estrelas cadentes!

Inscrevo-me revelando o meu único amor!

E ele misturado entre tantas estrelas sente medo de luzir e, ao descortinar os tantos pincéis do meu chão, 
estende a cortina de fumaça que faz sangrar meu coração...

em retirada vai esvaziando os meus olhos!

Pinto uma estrela para não nascer a morte de tantas cores em vão!


©Balsa Melo

27/02/06

Uberaba - MG

BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 02/11/2007
Código do texto: T720889
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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