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TRISTE SOLIDÃO!
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Olhar distante a perder de vista!


O querer contrariado na salmoura da espera!


Os lábios ensaiando uma pronúncia diferente!


As mãos levitando para não cansar os braços pelo exacerbado pedir! 


Os pés em repouso dormitam para uma nova caminhada!


Não existe a sesta!


Não há barulho algum excetuando o bater do coração!


As lembranças surgem cravando adagas que ferem e

elas, embora machuquem, não incomodam mais!


 Outro dia fechando a cortina para o palco da vida!

Fui a vida deste dia findo,

sou o fim deste dia alimentando um suspiro para recomeçar, talvez, noutro dia que irá nascer com o passamento da noite que nasce abrindo a lua!

Olhares distantes!

Triste solidão!


©Balsa Melo

02.04.06

Cabedelo - PB



BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 04/11/2007
Código do texto: T723232
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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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