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Ruído

Cada poema que é lido
Cada palavra retida
Cada pensamento coibido
Cada passo retraído
Cada fumaça concebida
Cada vida versada
Cada floresta queimada
Cada mulher ninfa
Cada homem monarca
Cada imbecilidade
Em suas bocas
Cada pudor padecido
Cada força escondida
Cada morte ocorrida
Cada choro retraído
No ar desconhecido
Dos céus
Dos sons
Dos fluídos
Do intuito único
O intuito esclarecido
Remanescente dos velhos antigos sofridos
Vejo que não há nada além
De um simples: Ruído.
O que de Souza
Enviado por O que de Souza em 04/11/2007
Reeditado em 24/02/2017
Código do texto: T723681
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
O que de Souza
Curitiba - Paraná - Brasil, 30 anos
342 textos (9074 leituras)
(estatísticas atualizadas diariamente - última atualização em 16/08/17 14:48)
O que de Souza