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SUSPIROS DE AMOR!

 
Suspiro que lateja saindo peito afora,
queima cada minúscula parte do meu corpo e
parece que o ar chegou ao fim!

Gemido que ouso chamar de lembrança porque saudade não pode ser...

dela eu conheço todos os passos e sintomas!

Murmúrio que chama,
que grita,
que chora usando os meus olhos tórpidos,
que pronuncia com grande lamúria um nome
que se apagou nas gavetas do tempo!

Desejo ardente que pinga ácido na garganta e
incita o canto do adeus!...

Tantos ais que calam minhas sílabas para
o eterno silêncio quando me atrevo a falar de amor!

©Balsa Melo
14.04.06
Cabedelo - PB

 
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 05/11/2007
Código do texto: T724467
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)