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NÃO DEIXE AS LÂMPADAS ACESAS QUANDO FOR EMBORA!

 
Não deixe nenhum ponto luminoso quando for embora,
é tempo chuvoso e as libélulas virão me fazer companhia!

Pretendo não me levantar por muito tempo e,
tenho convicção,
não quero me furtar desse
desejo que tanto aliviará meu corpo
tendo que erguer meus olhos para buscá-las (as libélulas)
ao invés de outras coisas que possam
me ajudar a esquecer quem deixou as
lâmpadas sinalizando a minha escuridão!

Não deixe nada além desta saudade que irá ficar
contrariando meu coração!

Arrume o que julgar ser seu,
mas não quero saber o que fará constar nesse rol,
a única coisa que não poderia estar grafada nele e
que você irá carregar é a minha vida,
mas foi inútil tentar convencê-la para não subtraí-la de mim!...

Isso independe do seu gosto desgostoso de me fazer sofrer,
mas vou fazer um esforço sobre-humano para cessar
a fonte de energia para que a luminária
não consiga nascer com o anúncio da minha tristeza e,
quem sabe,
o sentimento que tanto me declara sofrente!

©Balsa Melo
07.05.06
Cabedelo - PB

 
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Enviado por BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO) em 05/11/2007
Código do texto: T724481
Classificação de conteúdo: seguro

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Sobre o autor
BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)
Uberaba - Minas Gerais - Brasil
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BALSA MELO (POETA DA SOLIDÃO)